006 - tudo que é sólido desmancha no ar

A partir de uma fala do poeta mineiro Ricardo Aleixo, tentamos puxar uma linha pelos meandros da apropriação cultural por parte do Estado em tempos de regimes autoritários com base na história da personagem Carlos Ramírez Hoffmann, última persona do livro "A Literatura Nazista na América", de Roberto Bolaño.

Por
Caio Lima

Afinal, qual a arte que você consome? Como você enxerga a arte? Quais os limites da nossa brasilidade para que nos apropriemos ou nos sintamos pertencentes à expressões culturais nordestinas, por exemplo? Qual o sentido de brasilidade, afinal? Pensando nessas questões levantadas de maneira subjetiva numa mesa com o poeta mineiro Ricardo Aleixo durante a Flip 2019, trouxemos uma conexão com a literatura viva, uma leitura recente e inesgotável, de Roberto Bolaño em "A Literatura Nazista na América". Carlos Ramírez Hoffmann é o princípio e o fim de todo mal na arte e nosso tempo exige que estejamos atentos a outros Hoffmanns nos nossos meios.

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Referências

Ricardo Aleixo - Pesado demais para a ventania

Luna Vitrolira

Roberto Bolaño - A literatura nazista na américa

Rede Poderosa de Intrigas - #16 - A Literatura Nazista na América